Acabei de ler uma reportagem que trata do novo perfil das mulheres de mais de quarenta anos.
Estão reaprendendo a se valorizar e entender que há vida depois dos quarenta!
Tem dois exemplos que achei bárbaros. Um é de uma carioca que deixou o marido aos 41 anos, perdeu a guarda do filho, foi morar com a mãe. Sem nunca ter tido trabalhado e sem emprego por seis meses seguidos, estudou letras e fez cursos de idiomas. Hoje, aos 46 anos, trabalha em um hotel como hostess, a partir de um convite de um amigo e continua com vontade de crescer profissionalmente.
Outra, que nos quarenta anos enfrentou um divórcio, e viu-se com quatro filhos crescidos e sem emprego. Esta dizia que “dormia e acordava com uma pergunta na cabeça: o que vai ser de mim agora?”.
Atualmente, aos 48 anos, é proprietária de uma escola, fez cursos de Pedagogia e Psicologia e hoje tem 90 alunos.
A seguinte pergunta acaba vindo à minha cabeça: precisamos chegar à meia-idade, passar por uma situação traumatizante (divórcio) pra rever nossos valores e objetivos de vida como indivíduo. Sem pensar nos outros (marido, filhos e etc.).
(fonte das informações: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG80768-6014-502,00-A+SEGUNDA+VIDA+DAS+MULHERES.html)
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