quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Campo da Prece e o Poder da Oração


O Décimo Primeiro Insight é o método preciso, através do qual manteremos a visão alcançada. Durante séculos, religiosos, escrituras, poemas e filosofias têm apontado para uma poder latente dentro da mente de todos nós que, misteriosamente, contribui para afetar o que ocorre no futuro. Foi chamado de poder da fé, pensamento positivo, e poder da oração. Estamos levando esse poder de forma intensa e suficiente para trazer um conhecimento completo do poder para os que têm sua consciência desperta. Constatamos que o poder da oração é um campo de intenção, que sai de nós e pode ser alargado e reforçado, sobretudo quando nos conectar com os outros em uma visão comum. Através deste poder manteremos a visão de um mundo espiritual e a energia em nós e no próximo será construída de forma a tornar essa visão uma realidade.

Energia da prece



"A raiva sempre será uma tentação. É gostoso, faz nosso ego pensar que estamos ficando mais fortes. É preciso ser esperto e não se deixar enganar. Só se pode atingir os níveis mais fortes de energia criativa quando se evita qualquer tipo de prece negativa. Já existe mal suficiente por aí sem que ele seja aumentado inconscientemente. Esta é a grande verdade do código de compaixão tibetano." (...) "Se fizermos comentários derrotistas, tais como "Não consigo superar este problema" ou "Não vou conseguir mudar", na verdade estamos rezando para permanecer do jeito que somos. Temos que manter uma visão de que iremos encontrar uma energia mais elevada e superar nossos padrões. Temos que nos encorajar com a nossa própria energia da prece".
Fonte: Redfield, James. The Secret of Shambala.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Tatoo



Fiz semana passada mais duas tatoos. Tinha uma, feita aos 25 anos. Agora fiz duas. Uma com o símbolo t'chi e outra com uma flor de lótus, florescendo, com uma gota caindo em seu miolo.


O t'chi é um símbolo que significa a energia vital humana, uma energia metafísica que permeia e sustenta os seres. De acordo com a "wikipédia", "O significado etimológico do ideograma qi ("氣") na sua forma tradicional mais conhecida é uma imagem do “vapor (气) subindo do arroz (米) enquanto cozinha”. É frequentemente traduzido como "ar" ou "respiração", por exemplo, o termo chinês que significa "respiração" é tiānqì, ou a “respiração do céu”". Faz sentido. Afinal, é como se o vapor transformador do arroz cozido se desprendesse dele simbolizando a transformação - cru para cozido.




Já a lótus, "é o principal símbolo da religião indiana Ayyavazhi, fundada no século XIX. A Flor-de-Lótus está presente no Sahasrara (também chamado de chacra da coroa), o 7º e mais importante dos chacras que situa-se no alto da cabeça da pessoa e se relaciona com o padrão de energia global dessa pessoa. Esse chacra é originado na tradição hindu mas, como vários outros elemento do hinduísmo, foi adotado por outras religiões. Situado no alto da flor está o Namam (ou Thirunamam), também presente no Sahasrara. (fonte: http://ensinoreligioso.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=61)"

O cotidiano desacelerado da vida interiorana


Essa semana estou em Vida Ramos, uma cidadezinha simpática do interior de Santa Catarina (http://www.vidalramos.sc.gov.br/). Pela primeira vez passo tanto tempo em uma cidade onde a cadência cotidiana anda mais devagar que carroça.
-Cri-cri-cri! Não é a primeira vez! Grita no meu ouvido meu grilo falante, minha consciência.
Tá certo, não é a primeira vez. Espero que nem última. Mas das outras vezes eram cidades pequenas mas não tão interioranas, descaracterizadas pela movimentação dos veranistas em busca de sol, mar e sombra.
Aqui não tem mar. Estamos no meio da serra, num berço natural cercado de montanhas - um charme, eu diria. Também não tem kiosque com pagodão a mil por hora, não tem engarrafamento - passa um carro na avenida principal a cada 15, 30 segundos. Não tem barulho na rua depois das 20 horas e comércio fecha ao meio-dia, momento em que os comerciários atravessam a rua pra ir almoçar em casa, com a família, à duas quadras de onde trabalham. Ônibus? Só duas vezes por dia, pra ir pra cidade mais próxima. Aqui só tem duas agências bancárias - uma do Banco do Estado e outra do Banco do Brasil. O meio de transporte mais eficiente é a Tobata (vide foto ao lado). No restaurante, único da cidade com comida a kilo, todos se conhecem pelo nome. No segundo dia a dona já me tratava por esposa do Fulano (sim, eu vim acompanhar meu marido a trabalho, que no terceiro dia também já era conhecido na cidade inteira). Ah! E por falar em restaurante, aqui a gema do ovo é mais amarela, quase laranja (galinha ciscadeira, que cata minhoca e não come ração 'bombada' com hormônio) e o frango refogado se nota que a carne não desmancha fácil, afinal, a galinha era tratada na rua e não confinada e anabolizada (45 dias apenas pro pinto ir pro abate!). Caramba! A gente se envenena na cidade grande!

Sabedoria popular (não muito popular, mas deveria ser)

"O ponto 'G' da humanidade é a vaidade. Sem dúvida. Todo mundo sucumbe - vez ou outra e, alguns, o tempo todo - à vaidade."

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Quando me referi às reviravoltas profissionais das mulheres depois dos quarenta, quis salientar que existe, sim, a possibilidade de se reinventar profissionalmente depois de uma certa idade, com uma carreira ou não consolidada.




Segue abaixo um trecho de uma reportagem acerca do tema:




"Acho que, se as pessoas se preparassem melhor para escolher a profissão, fazendo pesquisa sobre a carreira e os locais onde há carência de certas profissões, acertariam mais. Às vezes, pessoas que escolhem a profissão por glamour, modismo ou pressão da família, sem ter uma identificação genuína com a profissão, no final, acabam mudando e o investimento de tempo e dinheiro vai para o ralo", afirma o consultor do Instituto MVC. (...) "Jogar tudo para o alto, sem planejamento, pode ser arriscado. A decisão demanda a antecipação aos riscos". Mas nada é impossível, quando há determinação."Conheço advogados e jornalistas que viraram professores de ioga; um educador físico que, depois dos 30, foi estudar odontologia; um analista de sistema que virou massagista. Em qualquer situação deve haver esforço, sacrifícios e muita força de vontade", finaliza o consultor.




Estou abordando esse tema no meu blog por uma simples razão. Me sinto frustrada. Parece que cheguei aos trinta e tantos e não plantei a semente que quero colher. Acho importante a realização - tanto pessoal quanto profissional.

Revendo e reciclando as idéias e objetivos.

Acabei de ler uma reportagem que trata do novo perfil das mulheres de mais de quarenta anos.
Estão reaprendendo a se valorizar e entender que há vida depois dos quarenta!
Tem dois exemplos que achei bárbaros. Um é de uma carioca que deixou o marido aos 41 anos, perdeu a guarda do filho, foi morar com a mãe. Sem nunca ter tido trabalhado e sem emprego por seis meses seguidos, estudou letras e fez cursos de idiomas. Hoje, aos 46 anos, trabalha em um hotel como hostess, a partir de um convite de um amigo e continua com vontade de crescer profissionalmente.
Outra, que nos quarenta anos enfrentou um divórcio, e viu-se com quatro filhos crescidos e sem emprego. Esta dizia que “dormia e acordava com uma pergunta na cabeça: o que vai ser de mim agora?”.
Atualmente, aos 48 anos, é proprietária de uma escola, fez cursos de Pedagogia e Psicologia e hoje tem 90 alunos.
A seguinte pergunta acaba vindo à minha cabeça: precisamos chegar à meia-idade, passar por uma situação traumatizante (divórcio) pra rever nossos valores e objetivos de vida como indivíduo. Sem pensar nos outros (marido, filhos e etc.).
(fonte das informações: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG80768-6014-502,00-A+SEGUNDA+VIDA+DAS+MULHERES.html)